domingo, 5 de maio de 2013

CHEGADA A PUNO





Chegamos a Puno sem contratempos em uma viagem agradável pela Mer. 

As margens do lago Titicaca, Puno é uma pequena cidade com pouco mais de 100 mil habitantes que sobrevive da agricultura, pecuária e principalmente o turismo.

De população cordial, ruas estreitas e vários pequenos restaurantes com ótima qualidade.

Pegamos um taxi e fomos direto ao hotel que já havíamos reservado pelo Booking, site de reserva que se mostrou muito confiável em todas as 9 hospedagens que reservamos para essa viagem.

Check in, banho quente e um cochilo para descansar da viagem. Mais tarde, saímos na fria noite de Puno a percorrer as ruas do centrinho em busca de um restaurante para o jantar. No caminho encontramos um transformista sobre um banco de praça que estendeu a mão para a Grazi, que aceitou o convite e dançou uma Conga à La brasileira, mico internacional pago com satisfação, além de alguns soles para recompensar o artista surreal. 

Entre as várias opções desconhecidas, escolhemos a esmo uma pizzaria quentinha onde comemos uma de mussarela que estava deliciosa e tomamos uns piscos souer. Saímos de lá satisfeitos, aquecidos pelo pisco e com certa dificuldade em caminhar em linha reta, passeamos mais um pouco pelo centro e tomamos um café em uma agradável cafeteria para terminar a noite.

Voltamos para o hotel para descansar, no dia seguinte, visitaremos as ilhas flutuantes de Los Uros.

JULIACA




Depois de 40 minutos saindo de Pucara, estávamos em Juliaca, onde para alivio geral dos passageiros, não houve parada.

Juliaca é uma cidade feia, lembrando muito a periferia de cidades como São Paulo ou Rio de janeiro. Ruas sujas, um aglomerado de pequenas casas com paredes por acabar se espremendo umas nas outras. 

Fundada por Simón Bolívar em 1826 como Vila de Comercio de Transito, Juliaca foi elevada a categoria de cidade em 1908. Segundo o guia peruano, a atividade econômica principal da cidade é o contrabando, principalmente de combustível boliviano. 

Apesar disso, a cidade não deixa de ter sua curiosidade, que nesse caso, são os taxi chola, como são chamados por aqui os tuk tuk que circulam pela cidade em um número quase indiano. Nos sentimos em um safári tentando fotografar os vários veículos que passavam na mão contrária em um ritmo caótico. 

Passado a cidade, pré-editamos as imagens, tomamos mais um sorotipil com mate de coca e começamos a nos preparar para desembarcar, estávamos a menos de quarenta quilômetros de Puno.

PUCARA




Chegamos a Pukara, um povoado de ceramistas onde a 1600 anos A.C. se originou a primeira civilização do sul do Peru que se tem registro.

Lá, se pode visitar a igreja da época da conquista espanhola e um museu arqueológico com peças desta antiga civilização.

O símbolo do lugarejo é um touro, cuja imagem estava por toda a parte, nos fazendo lembrar Parintins.

Visitamos as duas atrações e sentamos preguiçosamente no banco da praça em frente à igreja  aproveitando para nos aquecer um pouco no fraco sol da tarde andina.

Estando a cerca de 100km de nosso destino, logo tivemos que embarcar para percorrer o último trecho.