Acordamos cedo, ainda um pouco indispostos, tomamos o café da manhã no hotel, um Sorotipil e fomos tratar de conhecer os principais pontos da capital política Boliviana e contratar a guia que nos levaria para subir ao monte Chacaltaya.
Fomos de táxi até a praça Murillo onde fica a cede do governo e depois seguimos a pé pelas estreitas ruas até a igreja de São Francisco, de estilo barroco mestiço, erigida em 1784.
Subimos a rua Sarganaga onde contratamos nossa guia e a van para nos levar ao Chacaltaya na manhã seguinte. Contratado o serviço seguimos para bisbilhotar o mercado de Las Brujas a cerca de uma penosa quadra acima, um lugar onde se vende objetos para rituais como feto de lhama mumificados e também suvenires para turistas. O mais comum deles são as réplicas de fósseis que são oferecidos por espertinhos que lhe abordam na rua e tentam vender como legítimos.
Recobrado o fôlego, subimos mais uma quadra até a Av. Illampu, o paraíso das lojas de montanhismo, lá encontra-se produtos NorthFace, botas Salomon e Timberland e canivetes Victorinox pela metade do preço que se pagaria no Brasil. Compramos dois anoraks e uma latinha com oxigênio pressurizado para a caminhada do dia seguinte.
Uma rua abaixo, Calle Linares, tinha uma feira livre onde aproveitamos para comprar dois tipos de queijos artesanais e alguns pães que seria nosso jantar daquela noite.
Já passava muito do horário de almoço e encontramos um pequeno café mexicano de nome La Cueva, na passagem Tarija que liga a Calle Linares com a Av Murillo. A casa era de um belga e dirigido por uma simpático cubana. Lá tomamos algumas tequilas e comemos alguns tacos e burritos.
Fim de tarde, um pouco mareados, fomos descansar no hotel, onde mais tarde jantamos os queijos e pães comprados no mercado pela manhã. Voltamos para a cama para estarmos prontos para o Chacaltaya na manhã seguinte.























